quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

Natal com cara de infância


Não importa se tudo ficou diferente, se o Papai Noel não existe, se os presentes foi você mesmo quem escolheu ou se a família ficou menor.
O movimento existe. Pessoas morrem e nascem, pessoas crescem e envelhecem, convicções às vezes caem. Acontece.
O que importa é que aquele espírito de Natal nunca se perca. O sentido nunca deixe de ser entendido. E que ele sirva pra nos fazer acreditar que em 2009 não haverá mais nada que se iguale à tudo o que você viveu e vive.






" É o dia em que tudo pode mudar, que a magia pode voltar e que ninguém tem mais medo de amar. "

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

the true ...


Se te disseram algo, pode ser verdade ou pode não ser. Tenha certeza antes de escrever, criticar, julgar algo ou alguém. A verdade não é uma só. Depende do olho, depende do seu olho pra entender. A imagem é uma só, mas os ângulos podem ser infinitos.





Pelo visto, a maioria escolhe o ângulo errado, não é?

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Pratique o desapego


Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final. Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver. Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos. Não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos que já se acabaram. As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas possam ir embora. Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se. Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto às vezes ganhamos, e às vezes perdemos. Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltará. Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo - nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade. Encerrando ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida. Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira.







Na falta de palavras...
Fernando Pessoa fala por mim.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

tenho tentado...

E vem uma situação como essa e arranca todo aquele meu controle interno. Por fora, acho que até parece que tá tudo bem. Mas por dentro, lá tô eu juntando todos os caquinhos, soprando o pó em que eu me transformo, procurando algum pedaço que não seja pequeno demais pra eu conseguir começar a me reconstruir toda de novo, mais uma vez.
Você nunca precisou de armas contra mim, teu trunfo sempre foi usar esse teu olhar. Eu não te perdôo por isso.
Não te perdôo por esse controle tão absoluto sobre mim, por esse teu jeito de olhar que acaba tanto comigo e que eu tanto amo e que eu seria capaz de tentar guardar numa caixinha se fosse possível, só pra poder ficar olhando e olhando e olhando. E também pra poder sentir toda a intensidade que ele me passa, sensação única.
Complicado é saber que eu posso estar vivendo várias situações legais, mas depois que a gente sabe da existência de algo ou alguém... aí tá tudo perdido. Algo como umas frases de um autor que eu gosto muito:

"Você não pode voltar atrás no que vê. Você pode se recusar a ver, o tempo que quiser: até o fim de sua maldita vida, você pode recusar, sem necessidade de rever seus mitos ou movimentar-se de seu lugarzinho confortável. Mas a partir do momento em que você vê, mesmo involuntariamente, você está perdido: as coisas não voltarão a ser mais as mesmas e você próprio já não será o mesmo.”







A única saída é esperar passar. Substituição é massacrante, tenho tentado.