É uma forma de morte dentro da vida ter que aceitar uma vida que não é minha, que eu não quero, que eu não aguento.
Eu não sou de cristal, eu não preciso de alguém que me dê segurança. Eu preciso quebrar, reconstruir e quebrar de novo quantas vezes for necessário. Só assim posso ter a sensação de que eu sei exatamente quem eu sou e fiz exatamente o que deveria ter feito, e esse sentimento não tem preço.